Dr Bruno Schneider

Transplante de Córnea Endotelial DMEK/DSEK

Transplante de córnea endotelial em Porto Alegre

Transplante de Córnea Endotelial DMEK/DSEK em Porto Alegre

Cirurgia minimamente invasiva para doenças do endotélio corneano, com Dr. Bruno Schneider — pioneiro em DMEK/DSEK no Rio Grande do Sul, especialista em córnea pelo HCPA.

O transplante de córnea endotelial (DMEK ou DSEK) é uma cirurgia moderna que substitui apenas a camada interna doente da córnea — o endotélio — em vez de trocar toda a córnea como no transplante tradicional. É a evolução mais importante da última década na cirurgia de transplante de córnea.

É indicado para doenças específicas do endotélio — como distrofia de Fuchs, ceratopatia bolhosa após cirurgia de catarata, ou falha endotelial em transplante anterior. Por preservar a maior parte da córnea original, oferece recuperação muito mais rápida, qualidade visual superior e menor risco de rejeição comparado ao transplante tradicional (penetrante).

Pioneiro no RSDr. Bruno foi referência inicial
Minimamente invasivoSubstitui só camada doente
Recuperação rápidaVisão volta em semanas
Menor rejeiçãovs transplante tradicional
Dr. Bruno Schneider, pioneiro em transplante de córnea endotelial DMEK/DSEK no RS, explicando com modelo anatômico do olho
Pioneiro no RS
DMEK/DSEK desde os primeiros casos
Dr. Bruno Schneider, oftalmologista em Porto Alegre, em consultório oftalmológico
Pioneiro no Rio Grande do Sul

Referência em transplante endotelial no RS

O Dr. Bruno Schneider foi um dos pioneiros na realização do transplante de córnea endotelial DMEK/DSEK no Rio Grande do Sul. Quando essa técnica revolucionária começou a se estabelecer no Brasil, ele estava entre os primeiros a trazê-la para o Estado, contribuindo para que pacientes gaúchos pudessem se beneficiar dessa evolução cirúrgica sem precisar buscar tratamento em outros centros.

Esse pioneirismo se traduz em experiência cirúrgica acumulada ao longo de anos, expertise em casos complexos e profundo conhecimento das particularidades técnicas dessa cirurgia delicada. Para pacientes que precisam de transplante endotelial, isso significa cirurgia realizada por profissional com vasta vivência específica.

Diferenciais do pioneirismo:
  • Anos de experiência específica em DMEK/DSEK
  • Casos complexos rotineiros
  • Conhecimento aprofundado das duas técnicas
  • Especialista em córnea pelo HCPA
  • Mestrado UFRGS na área de córnea
  • Atualização contínua em técnicas modernas
Em vídeo · Dr. Bruno explica

Conheça o transplante de córnea

O Dr. Bruno apresenta o universo do transplante de córnea — quando é necessário, como funciona e por que as técnicas modernas (como o endotelial) revolucionaram o tratamento de doenças graves da córnea.

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Entenda a doença

O que é o endotélio corneano

A córnea tem 5 camadas — e a mais interna, voltada para o interior do olho, é o endotélio. É uma camada muito fina, formada por uma única fileira de células com função vital: bombear água para fora da córnea, mantendo-a transparente.

Quando o endotélio adoece (distrofia de Fuchs, dano após cirurgia de catarata, falha após transplante anterior), as células param de funcionar e a córnea começa a acumular líquido (edema). Resultado: a córnea fica embaçada, esbranquiçada, com perda progressiva de visão. Em casos avançados, podem surgir bolhas dolorosas (ceratopatia bolhosa).

Doenças endoteliais que indicam o transplante:
  • Distrofia de Fuchs — doença genética que causa degeneração progressiva
  • Ceratopatia bolhosa pós-catarata — dano endotelial após cirurgia
  • Falha de transplante prévio — endotélio do transplante anterior parou de funcionar
  • Síndrome iridocorneoendotelial (ICE) — em alguns casos selecionados
  • Distrofia polimorfa posterior — em situações específicas
Dr. Bruno Schneider, oftalmologista em Porto Alegre, em consultório oftalmológico
Conceito moderno

Endotelial × Penetrante (tradicional)

O transplante endotelial é uma revolução em relação ao transplante tradicional (penetrante). Enquanto o tradicional substitui toda a córnea, o endotelial substitui apenas a camada doente — preservando o resto da estrutura.

Transplante Penetrante (tradicional)

Substitui toda a espessura da córnea — todas as 5 camadas. Técnica clássica, com mais de 100 anos de uso. Indicada quando há doença em múltiplas camadas ou em casos avançados.

  • Substitui toda a córnea
  • Pontos cirúrgicos múltiplos
  • Recuperação muito mais lenta (1-2 anos)
  • Maior risco de rejeição
  • Astigmatismo pós-operatório frequente
  • Indicada em casos específicos
Transplante Endotelial DMEK/DSEK

Substitui apenas a camada interna doente — preservando o restante da córnea. Técnica moderna, minimamente invasiva. Indicada em doenças exclusivamente endoteliais (Fuchs, ceratopatia bolhosa).

  • Substitui só o endotélio doente
  • Sem pontos cirúrgicos
  • Recuperação muito mais rápida (semanas)
  • Menor risco de rejeição
  • Sem astigmatismo significativo
  • Padrão moderno para doenças endoteliais
Conheça o procedimento

Como é a cirurgia

A cirurgia é relativamente rápida (cerca de 30-60 minutos por olho) e frequentemente realizada com anestesia local. O tecido doador é cuidadosamente preparado e implantado através de pequena incisão.

1
Anestesia

Anestesia local (peribulbar) com sedação leve. Você permanece relaxado e sem dor durante todo o procedimento.

2
Preparação do doador

Tecido doador é cuidadosamente preparado pelo cirurgião — separando apenas a camada endotelial necessária.

3
Remoção do endotélio doente

Por pequena incisão, o endotélio doente é cuidadosamente removido — sem afetar as outras camadas da córnea.

4
Implante e fixação

O novo tecido é cuidadosamente posicionado e fixado com bolha de ar — que mantém o enxerto aderido durante a cicatrização.

Importância da bolha de ar pós-op

Diferente de outras cirurgias, no transplante endotelial é colocada uma bolha de ar dentro do olho ao final da cirurgia para "colar" o enxerto. Essa bolha fica por alguns dias até o tecido aderir naturalmente. Por isso, no pós-operatório é fundamental ficar deitado de costas (cabeça para cima) durante o tempo orientado — geralmente 24 a 48 horas — para a bolha pressionar o enxerto e garantir adesão correta.

Por que escolher

Vantagens do transplante endotelial

O transplante endotelial DMEK/DSEK transformou o tratamento de doenças endoteliais — oferece benefícios significativos sobre o transplante penetrante tradicional.

Recuperação rápida

Visão melhora em semanas a poucos meses, contra 1-2 anos do transplante penetrante. Volta às atividades muito mais rápida.

Menor rejeição

Por substituir apenas uma fina camada, há significativamente menos risco de rejeição comparado ao transplante penetrante.

Sem pontos cirúrgicos

Não usa pontos para fixar o enxerto — o que evita complicações relacionadas a suturas e melhora muito o conforto pós-operatório.

Qualidade visual superior

Como preserva a maior parte da córnea, oferece melhor qualidade visual final — sem o astigmatismo pós-operatório típico do penetrante.

Olho mais protegido

Como a córnea não é totalmente aberta, o olho fica menos vulnerável a traumas pós-operatórios — vantagem importante a longo prazo.

Menos colírios

O regime de colírios pós-operatório (especialmente corticoides) é menos prolongado que no transplante penetrante.

Indicação ideal

Quem é candidato ao transplante endotelial

O transplante endotelial é indicado para pacientes com doença exclusiva do endotélio — sem comprometimento das outras camadas da córnea.

Distrofia de Fuchs

Doença genética degenerativa do endotélio — uma das principais indicações para o transplante endotelial. Tratamento ideal nessa condição.

Ceratopatia bolhosa

Edema corneano após cirurgia de catarata ou outras cirurgias intraoculares. Causa dor e perda visual — DMEK/DSEK resolvem definitivamente.

Falha de transplante prévio

Endotélio do transplante anterior (penetrante ou endotelial) parou de funcionar — pode-se fazer novo transplante endotelial sobre o anterior.

Edema crônico de córnea

Acúmulo persistente de líquido na córnea por falha endotelial — em estágios em que ainda há benefício do transplante endotelial.

ICE / Outras distrofias

Síndrome iridocorneoendotelial e outras distrofias selecionadas, em casos onde o endotélio é o problema principal.

Casos avançados de Fuchs

Pacientes com Fuchs em estágio que afeta significativamente a visão — quando o tratamento conservador não é mais suficiente.

Limitações importantes

O transplante endotelial é indicado somente para doenças do endotélio. Em doenças que afetam outras camadas (cicatrizes profundas, ectasias, ceratocone avançado), o transplante endotelial não resolve — sendo necessário o transplante penetrante (tradicional) ou lamelar (que substitui camadas anteriores). A avaliação completa identifica qual é a melhor técnica para o seu caso. Em alguns casos, pode ser necessário transplante combinado.

Após a cirurgia

Como é a recuperação

A recuperação após transplante endotelial é significativamente mais rápida que a do transplante penetrante. A maioria dos pacientes nota melhora visual nas primeiras semanas, com estabilização em poucos meses.

Dia 1 a 3
Posição da bolha

Repouso de costas (cabeça para cima) por 24-48h para fixação do enxerto pela bolha de ar. Visão muito embaçada nessa fase.

Semana 1 a 2
Bolha some

Bolha de ar reabsorve naturalmente. Visão começa a melhorar gradualmente. Uso disciplinado de colírios. Volta gradual a atividades leves.

1 a 3 meses
Recuperação visual

Melhora visual mais consistente. Maioria dos pacientes já enxerga significativamente melhor que antes. Atividades cotidianas liberadas.

6 a 12 meses
Estabilização final

Visão estabilizada com resultado final. Avaliação para óculos definitivos. Acompanhamento contínuo do enxerto.

Acompanhamento contínuo

Após o transplante, o acompanhamento é fundamental — consultas frequentes nos primeiros meses, depois espaçadas. O uso de colírios (especialmente corticoides) é mantido por períodos prolongados para prevenir rejeição. Mesmo após estabilização, retornos anuais são essenciais para monitorar a saúde do enxerto. Sinais de alerta para rejeição (dor, vermelhidão, piora visual súbita) devem ser comunicados imediatamente — rejeição precoce identificada e tratada tem boa chance de reversão.

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Dr. Bruno Schneider, pioneiro em transplante de córnea endotelial DMEK/DSEK no RS
Pioneiro no Rio Grande do Sul

Por que operar com o Dr. Bruno

Pioneiro em DMEK/DSEK no RS Anos de experiência específica.
Especialização HCPA Subespecialização em córnea, mestrado UFRGS.
Especialista em córnea Casos complexos rotineiros no RS.
Tecnologia avançada Equipamentos modernos para diagnóstico.
Atendimento humanizado Acompanhamento próximo no longo prazo.
Avaliações 5,0 Pacientes satisfeitos no Google e Doctoralia.
Perguntas frequentes

Dúvidas comuns sobre o transplante endotelial

Transplante penetrante (tradicional): substitui toda a córnea (todas as 5 camadas). Usado quando há doença em múltiplas camadas. Pontos cirúrgicos, recuperação muito lenta. DSEK (DSAEK): substitui o endotélio + Descemet + parte do estroma — tecido mais espesso. Sem pontos. Recuperação mais rápida que penetrante. DMEK: substitui apenas o endotélio + Descemet — tecido extremamente fino. Mais delicada tecnicamente, mas com melhor qualidade visual final e menor rejeição. Para doenças endoteliais (Fuchs, ceratopatia bolhosa), DMEK é a opção preferencial moderna.

Diferente de outras cirurgias, o transplante endotelial não usa pontos para fixar o enxerto. Em vez disso, é colocada uma bolha de ar dentro do olho ao final da cirurgia para "colar" o tecido novo na posição correta. Para que essa bolha pressione o enxerto contra a córnea, é fundamental ficar com a cabeça para cima (deitado de costas) durante o tempo orientado — geralmente 24 a 48 horas. Sem essa posição, a bolha não consegue manter o enxerto no lugar e há risco de deslocamento.

Sim. No Brasil, todo transplante de córnea passa pela fila do SUS, gerenciada pela Central Estadual de Transplantes. O tempo de espera varia conforme o estado, o tipo de transplante e a urgência do caso. Pacientes em situação de emergência (perfuração, infecção grave) têm prioridade. Em alguns casos, é possível fazer o transplante por convênio médico, com banco de córnea próprio — o que pode reduzir o tempo de espera. Em consulta, orientamos sobre as opções disponíveis para o seu caso.

Diferente do transplante tradicional (que leva 1-2 anos), o transplante endotelial tem recuperação muito mais rápida. Nas primeiras semanas, a visão melhora gradualmente conforme o edema corneano resolve. Em 1 a 3 meses, a maioria dos pacientes já enxerga significativamente melhor que antes. A estabilização final ocorre em 6 a 12 meses. Em DMEK, a qualidade visual final tende a ser superior à DSEK. Importante: mesmo após estabilização, pode ser necessário usar óculos para refinar a visão.

Existe risco, mas é significativamente menor que no transplante tradicional. No transplante penetrante, o risco de rejeição é de cerca de 20%. No DSEK, cai para cerca de 7-10%. No DMEK, é ainda menor — cerca de 1-3%. Por isso o DMEK é considerado uma evolução. Sinais de alerta: dor súbita, vermelhidão intensa, piora visual rápida, sensibilidade à luz aumentada — comunique imediatamente. Rejeição precoce identificada e tratada com colírios fortes tem boa chance de reversão. Por isso o uso disciplinado de colírios pós-operatórios e o acompanhamento são fundamentais.

Não. A cirurgia é feita com anestesia local (peribulbar) com sedação leve — você fica relaxado e sem sentir dor durante todo o procedimento. No pós-operatório imediato, pode haver leve sensação de areia, lacrimejamento e desconforto controlados com colírios e analgésicos. Diferente do transplante penetrante (que tem pontos cirúrgicos e mais desconforto), o transplante endotelial costuma ter pós-op significativamente mais confortável.

Não há prazo de validade fixo. Quando bem indicado e realizado, o transplante endotelial pode durar décadas — muitos pacientes mantêm o enxerto funcionando por toda a vida útil. A durabilidade depende de fatores como qualidade do tecido doador, técnica cirúrgica, uso adequado dos colírios pós-op, ausência de rejeição e cuidados de longo prazo. Em casos de falha do enxerto anos depois, é possível fazer um novo transplante endotelial sobre o anterior — uma das vantagens dessa técnica.

Sim. O transplante de córnea (incluindo endotelial DMEK/DSEK) é um procedimento previsto em norma e coberto pela maioria dos convênios médicos. É considerado tratamento essencial para doenças graves do endotélio. A cobertura inclui a cirurgia em si e o tecido doador (em alguns convênios) ou via fila do SUS. Nossa equipe esclarece todas as condições do seu convênio e prepara toda a documentação necessária para o procedimento.

Tratamento moderno com pioneirismo no RS

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