Dr Bruno Schneider
Diagnóstico rápido, tratamento antiviral e prevenção de recorrências com Dr. Bruno Schneider — especialista em córnea pelo HCPA.
A ceratite herpética é uma infecção da córnea causada pelo vírus do herpes simples (HSV), o mesmo que provoca o herpes labial. Trata-se de uma das principais causas infecciosas de cegueira corneana no mundo. Quando o vírus se manifesta no olho, pode gerar inflamação, lesões características e, sem tratamento adequado, cicatrizes permanentes.
É uma condição que exige diagnóstico rápido e tratamento antiviral preciso — qualquer atraso pode levar a complicações graves. Além disso, o vírus permanece "adormecido" no organismo após a primeira infecção e pode reativar várias vezes ao longo da vida, exigindo acompanhamento contínuo. O Dr. Bruno Schneider, oftalmologista em Porto Alegre, tem subespecialização em córnea pelo HCPA e atende essa condição com a urgência que ela demanda.
Diferente de uma conjuntivite comum, a ceratite herpética pode evoluir rapidamente e deixar cicatrizes permanentes na córnea. Quanto mais cedo for diagnosticada e tratada, melhor o resultado visual.
Sintomas como dor súbita, vermelhidão intensa e visão embaçada em um único olho — especialmente em quem já teve herpes labial — devem ser avaliados com urgência por um oftalmologista.
Agendar consulta urgenteO uso indevido de colírios — especialmente os com corticoide, comuns em vermelhidão "comum" — pode piorar drasticamente a ceratite herpética, levando a sequelas graves.
Também é essencial não usar lentes de contato durante o quadro, e procurar oftalmologista o quanto antes para diagnóstico e tratamento adequados.
Os sintomas costumam aparecer rapidamente, em apenas um olho. Em casos típicos, há histórico prévio de herpes labial ou episódios anteriores de "infecção ocular" que melhoraram e voltaram.
Dor intensa que aparece de forma rápida, geralmente em um único olho. Pode ser acompanhada de sensação de queimação.
Vermelhidão intensa, geralmente concentrada na região da córnea, sem secreção purulenta marcante.
Embaçamento causado pela inflamação da córnea — varia em intensidade conforme a extensão da lesão.
Fotofobia intensa — incômodo importante com luzes, mesmo em ambientes pouco iluminados.
Olhos lacrimejantes em resposta à inflamação corneana, sem secreção espessa típica de outras infecções.
Sensação contínua de "areia nos olhos", causada pelas lesões na superfície da córnea.
A ceratite herpética se manifesta de formas diferentes, dependendo da camada da córnea afetada e do estágio da infecção. Cada tipo exige uma abordagem específica.
Forma mais comum. Caracteriza-se por úlcera ramificada (em forma de "galho de árvore") na superfície da córnea, com excelente resposta ao tratamento antiviral quando feito a tempo.
Atinge as camadas mais profundas da córnea, causando inflamação e podendo deixar cicatrizes. Forma mais grave, exige tratamento prolongado e cuidadoso.
Atinge a camada mais profunda da córnea (endotélio), causando edema e visão muito embaçada. Forma menos comum, mas com potencial de evoluir para descompensação.
A ceratite herpética é causada pelo vírus do herpes simples (HSV-1, principalmente — o mesmo do herpes labial; e mais raramente, HSV-2). Após a primeira infecção (geralmente na infância, frequentemente assintomática), o vírus permanece adormecido nos gânglios nervosos do organismo. Quando reativado, pode atingir o olho.
Importante: a ceratite herpética não é transmissível pelo simples contato olho a olho. O risco maior é da reativação do vírus já presente no organismo.
O diagnóstico precoce é fundamental — quanto mais cedo o tratamento, menor o risco de sequelas. Em mãos experientes, é feito principalmente pela avaliação clínica, com auxílio de exames quando necessário.
Análise de sintomas, episódios prévios, herpes labial e fatores de risco para reativação viral.
Identificação das lesões características — especialmente a úlcera dendrítica, padrão clássico do herpes ocular.
Corante que destaca as lesões na superfície da córnea, tornando o padrão característico mais visível.
Em casos atípicos, pode ser solicitado exame laboratorial (PCR) para confirmar a presença do vírus.
O tratamento varia conforme o tipo de ceratite e a gravidade do quadro. O foco é eliminar a infecção ativa, controlar a inflamação, prevenir recorrências e tratar as sequelas, quando presentes.
Pomadas e colírios antivirais aplicados diretamente nos olhos. Tratamento padrão para ceratite epitelial dendrítica, com excelente resposta na maioria dos casos.
Saiba maisAciclovir ou valaciclovir por via oral. Indicado em casos estromais, recorrentes, ou em pacientes com profilaxia preventiva.
Saiba maisUso prolongado de antivirais orais em doses preventivas, recomendado para pacientes com episódios frequentes — reduz significativamente a chance de recidiva.
Saiba maisEm ceratite estromal, podem ser indicados sob orientação médica rigorosa. Nunca devem ser usados sem prescrição, pois podem agravar a infecção.
Saiba maisEm casos com cicatrizes corneanas, podem ser indicados PTK com laser excimer, lentes de contato especiais ou transplante de córnea, conforme o caso.
Saiba maisApós o tratamento da fase aguda, o acompanhamento periódico é essencial para detectar precocemente novos episódios e ajustar a profilaxia.
Avaliação em consulta
Agende uma avaliação com o Dr. Bruno Schneider para diagnóstico e tratamento da ceratite herpética. Atendimento em Porto Alegre e Santo Antônio da Patrulha.
