Dr Bruno Schneider

Cirurgia Refrativa PRK

Cirurgia refrativa PRK em Porto Alegre

Cirurgia Refrativa PRK em Porto Alegre

Cirurgia refrativa PRK — técnica de superfície sem flap, com Dr. Bruno Schneider — especialista em córnea pelo HCPA, com tecnologia avançada e indicação criteriosa.

A PRK (Photorefractive Keratectomy) é uma das primeiras técnicas modernas de cirurgia refrativa, usada com sucesso há mais de 30 anos no mundo todo. Diferente da LASIK, a PRK não cria flap — o laser é aplicado diretamente na superfície da córnea após a remoção delicada do epitélio (camada mais externa), que se regenera naturalmente nos dias seguintes.

É a técnica preferencial em situações específicas: córneas finas, profissionais que praticam esportes de contato, militares, pessoas com risco de trauma ocular e em alguns casos de retoque após LASIK. Embora a recuperação inicial seja mais lenta e desconfortável que a LASIK, os resultados visuais finais são equivalentes, com vantagem da ausência de flap (e dos riscos relacionados a ele).

Sem flapSem riscos relacionados a ele
Técnica consagradaMais de 30 anos de uso clínico
Córneas finasIndicada quando LASIK não é
Esportes de contatoMaior segurança a longo prazo
Dr. Bruno Schneider, oftalmologista para cirurgia refrativa PRK em Porto Alegre, explicando com modelo anatômico do olho
Sem flap
Técnica de superfície segura
Em vídeo · Dr. Bruno explica

PRK e TransPRK

O Dr. Bruno explica em detalhes as técnicas de cirurgia refrativa de superfície — PRK e TransPRK. Veja quando essas técnicas são indicadas e por que continuam sendo importantes opções na cirurgia refrativa moderna.

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Entenda a técnica

PRK × LASIK: a grande diferença

A PRK e a LASIK usam o mesmo laser excimer para corrigir miopia, hipermetropia e astigmatismo — o que muda é como se acessa a área da córnea onde o laser será aplicado.

Na LASIK, é criado um flap (lamela superficial), levantado para o laser atuar e depois reposicionado. Na PRK, o epitélio (camada mais externa da córnea) é delicadamente removido para o laser atuar diretamente — depois, esse epitélio se regenera naturalmente em alguns dias, com auxílio de uma lente de contato terapêutica.

Por que isso faz diferença?
  • Sem flap = sem riscos de flap (deslocamento, complicações tardias)
  • Mais córnea preservada — importante em córneas finas
  • Maior estabilidade biomecânica a longo prazo
  • Recuperação inicial mais lenta — epitélio leva 3-5 dias para regenerar
  • Maior desconforto pós-operatório nos primeiros dias
  • Resultado visual final equivalente à LASIK

Honestidade técnica: a PRK exige mais paciência do paciente nos primeiros dias — visão embaçada, desconforto, lacrimejamento. Mas para perfis específicos (córneas finas, esportistas, militares), as vantagens compensam plenamente.

Dr. Bruno Schneider, oftalmologista em Porto Alegre, em consultório oftalmológico
Conheça o procedimento

Como é feita a PRK

A PRK é um procedimento rápido, ambulatorial e indolor durante a cirurgia — em apenas alguns minutos por olho, o laser corrige seu erro refrativo. O que diferencia é o cuidado especial nos primeiros dias após.

1
Anestesia tópica

Apenas com colírios anestésicos. Você fica acordado, confortável e sem sentir dor durante o procedimento.

2
Remoção do epitélio

Camada mais externa da córnea é delicadamente removida (manualmente ou com substância química) para expor o estroma corneano.

3
Aplicação do laser

Laser excimer remodela a superfície da córnea com precisão micrométrica, conforme cálculo personalizado do seu erro refrativo.

4
Lente terapêutica

Uma lente de contato é colocada como "curativo" para proteger a córnea durante a regeneração do epitélio (3 a 5 dias).

Tempo total: cerca de 10 minutos por olho

A cirurgia em si é tão rápida quanto a LASIK. A diferença está no pós-operatório imediato, em que o epitélio precisa se regenerar — período em que se usa a lente terapêutica e há mais desconforto. Os dois olhos são geralmente operados na mesma sessão.

Por que escolher

Vantagens da PRK

A PRK oferece benefícios técnicos importantes — e é a técnica de escolha em situações específicas onde a LASIK não é segura ou adequada.

Sem riscos do flap

Como não há flap, não há risco de deslocamento, complicações tardias ou problemas relacionados a essa estrutura — vantagem importante para esportistas e militares.

Mais córnea preservada

Por não criar flap, a PRK preserva mais tecido corneano — característica importante em córneas finas ou em pacientes com risco de ectasias.

Estabilidade biomecânica

Maior estabilidade da córnea a longo prazo — fator técnico importante em pacientes que praticam esportes de contato ou estão em ambientes com risco de trauma ocular.

Tecnologia consagrada

Mais de 30 anos de uso clínico no mundo todo. Resultados refrativos amplamente estudados e validados, com previsibilidade comprovada.

Indicada em retoques

É a técnica de preferência para retoques após LASIK, quando há grau residual após estabilização — segura e eficaz nesses casos.

Resultado equivalente

O resultado visual final, após a recuperação completa, é equivalente ao da LASIK — você não sacrifica qualidade visual ao escolher PRK.

Indicação ideal

Quem se beneficia da PRK

A PRK é especialmente indicada para perfis específicos de pacientes — situações em que as vantagens da técnica de superfície superam o desconforto da recuperação inicial.

Córneas finas

Pacientes com córneas mais finas que o ideal para LASIK encontram na PRK uma alternativa segura, preservando mais tecido corneano.

Esportes de contato

Lutadores, jogadores de basquete, futebol e esportes com risco de trauma ocular — a PRK elimina o risco de problemas relacionados ao flap.

Militares e policiais

Profissionais sujeitos a treinamentos físicos intensos e situações de risco — exigências de provas físicas e proteção contra traumas.

Topografias limítrofes

Pacientes com topografia de córnea no limite para LASIK — a PRK adiciona margem de segurança em relação ao risco de ectasia.

Retoque após LASIK

Em casos com grau residual após LASIK estabilizada, a PRK costuma ser a técnica de preferência para o ajuste fino.

Olho seco prévio

Pacientes com olho seco moderado podem ter melhor adaptação à PRK que à LASIK, por não ter o flap (que pode acentuar ressecamento).

Após a cirurgia

Como é a recuperação

A recuperação após PRK exige mais paciência e cuidado nos primeiros dias que a LASIK — período em que o epitélio se regenera. Mas após essa fase inicial, a evolução é progressiva e o resultado final é excelente.

Dia 1 a 5
Fase mais delicada

Período de regeneração do epitélio. Desconforto, lacrimejamento, sensibilidade à luz e visão embaçada. Uso de lente terapêutica e colírios. Ideal repouso.

Semana 1 a 2
Melhora gradual

Após retirar a lente terapêutica, melhora progressiva do desconforto e da visão. Retorno gradual a atividades cotidianas.

1 a 3 meses
Estabilização

Visão estabilizando progressivamente. Liberação para esportes, atividades intensas e exposição à água. Refinamento contínuo do resultado.

3 a 6 meses
Resultado final

Estabilização total da visão. Resultado final equivalente ao da LASIK. Liberação completa para todas as atividades, inclusive esportes de contato.

Cuidados especiais nos primeiros dias

Os primeiros 3 a 5 dias exigem disciplina rigorosa: uso correto dos colírios, manutenção da lente terapêutica até a remoção pelo cirurgião, evitar coçar os olhos, descanso visual. Também é comum afastamento de 5 a 7 dias do trabalho. Em troca dessa fase mais delicada, você ganha as vantagens de longo prazo da PRK.

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Dr. Bruno Schneider, oftalmologista para cirurgia refrativa PRK em Porto Alegre
Conheça o cirurgião

Por que operar com o Dr. Bruno

Especialização HCPA Subespecialização em córnea e refrativa.
Tecnologia avançada Equipamentos modernos para diagnóstico e cirurgia.
Avaliação criteriosa Topografia e tomografia para máxima segurança.
Indicação honesta Técnica certa para o paciente certo.
Atendimento humanizado Acompanhamento próximo no pré e pós-op.
Avaliações 5,0 Pacientes satisfeitos no Google e Doctoralia.
Perguntas frequentes

Dúvidas comuns sobre a PRK

Porque na PRK o epitélio (camada mais externa da córnea) é removido, e precisa se regenerar nos primeiros 3 a 5 dias. Durante essa regeneração, há mais sensibilidade, lacrimejamento e desconforto. Na LASIK, ao contrário, o flap é apenas levantado e reposicionado — sem necessidade de regeneração de epitélio. É por isso que a PRK tem fase inicial mais sensível, mas o resultado final é equivalente.

Existem motivos específicos que tornam a PRK preferencial em alguns casos: córneas mais finas (que estariam no limite para LASIK), pessoas que praticam esportes de contato (sem risco de problemas com flap), militares e policiais (provas físicas e risco de trauma), olho seco prévio (PRK tem menor impacto), topografias limítrofes (margem de segurança contra ectasia) e retoques após LASIK. Em pacientes ideais para LASIK (córnea folgada, vida não-traumática), a LASIK costuma ser preferida pela recuperação mais confortável.

A recuperação é mais lenta que a LASIK. Nos primeiros 3 a 5 dias, a visão está embaçada — o epitélio ainda está se regenerando. Na primeira semana, melhora gradual; na segunda, visão já bastante satisfatória. A estabilização completa, com resultado final, ocorre em 1 a 3 meses, podendo se estender até 6 meses em alguns casos. É preciso paciência — mas vale lembrar que o resultado final é equivalente ao da LASIK.

Sim, geralmente um afastamento de 5 a 7 dias é recomendado, em função do desconforto e da visão embaçada nos primeiros dias. Para trabalhos administrativos, o retorno costuma ser na segunda semana, ainda com algumas limitações visuais. Para trabalhos que exigem esforço físico, exposição à poeira ou contato com água, o afastamento pode ser de 2 semanas ou mais. Cada caso é avaliado individualmente.

Durante a cirurgia, não dói — colírios anestésicos garantem conforto. Nos primeiros 3 a 5 dias após, com a regeneração do epitélio, é comum sentir desconforto, ardência, sensação de areia, lacrimejamento e sensibilidade à luz. Esses sintomas são controlados com colírios, lente terapêutica e em alguns casos analgésicos. Após o quinto dia, o desconforto diminui rapidamente. A maioria dos pacientes considera o desconforto totalmente tolerável e compensado pelas vantagens da PRK.

Não — o resultado refrativo final é equivalente. Ambas as técnicas usam o mesmo laser excimer para corrigir miopia, hipermetropia e astigmatismo. A PRK trata os mesmos graus que a LASIK, com a mesma precisão. A diferença está exclusivamente na recuperação inicial. Em alguns casos específicos (córneas muito finas, esportistas de contato), a PRK é até mais segura a longo prazo que a LASIK.

Como toda cirurgia refrativa, a PRK costuma ser tratamento particular — não coberta pela maioria dos convênios médicos. Em casos com graus muito altos ou indicações médicas específicas, alguns convênios podem cobrir parcialmente. Há possibilidade de complementação por reembolso em alguns planos. Nossa equipe esclarece todas as condições antes da cirurgia, com transparência sobre os valores envolvidos.

A técnica certa para o seu caso

Agende uma avaliação com o Dr. Bruno Schneider para descobrir se você é candidato à cirurgia refrativa PRK. Avaliação criteriosa, técnica refinada e atendimento humanizado em Porto Alegre e Santo Antônio da Patrulha.

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