Dr Bruno Schneider

Pterígio

Pterígio em Porto Alegre

Oftalmologista para Pterígio em Porto Alegre

Diagnóstico e cirurgia de pterígio com técnica moderna sem pontos, com Dr. Bruno Schneider — especialista em córnea pelo HCPA.

O pterígio — popularmente conhecido como "carne crescida no olho" — é um crescimento anormal de tecido fibrovascular na superfície ocular, geralmente partindo do canto interno do olho em direção à córnea. Tem aspecto avermelhado, triangular, e pode se desenvolver de forma lenta ao longo dos anos.

É uma condição muito comum no Sul do Brasil, fortemente associada à exposição prolongada ao sol, vento e poeira. Quando pequeno, pode ser acompanhado clinicamente. Quando cresce em direção à pupila, gera sintomas, distorção visual e impacto estético — sendo indicada cirurgia. O Dr. Bruno Schneider, oftalmologista em Porto Alegre, realiza a cirurgia com técnica moderna de transplante de conjuntiva ou membrana amniótica sem necessidade de pontos, com excelente resultado estético e baixa taxa de recidiva.

Cirurgia sem pontosTécnica moderna com cola biológica
Recuperação confortávelRetorno rápido às atividades
Baixa recidivaTransplante de conjuntiva como padrão
Resultado estéticoOlho com aparência natural
Dr. Bruno Schneider, oftalmologista para pterígio em Porto Alegre, explicando com modelo anatômico do olho
Sem pontos
Técnica moderna com cola biológica
Atenção aos sinais

Sintomas do pterígio

Os sintomas variam conforme o tamanho e a atividade do pterígio. Pterígios pequenos podem ser apenas estéticos. Quando crescem ou inflamam, geram desconforto e prejudicam a visão.

"Carne crescida" visível

Tecido avermelhado, em formato triangular, geralmente do canto interno do olho em direção à córnea. Sinal mais característico.

Vermelhidão

O pterígio pode inflamar — fica avermelhado, com vasos sanguíneos visíveis. Piora com sol, vento ou ar-condicionado.

Ardência e queimação

Sensação de irritação contínua, especialmente em ambientes secos ou com exposição ao vento.

Visão distorcida

Quando o pterígio cresce em direção à pupila, gera astigmatismo irregular e embaçamento progressivo da visão.

Sensação de areia

Sensação de corpo estranho contínuo no olho, com lacrimejamento eventual associado à irritação.

Desconforto estético

A "carne" no olho é visível externamente, gerando incômodo estético importante para muitos pacientes.

Dr. Bruno Schneider, oftalmologista em Porto Alegre, em consultório oftalmológico
O que causa o pterígio

Causas e fatores de risco

O pterígio está fortemente relacionado à exposição crônica à radiação ultravioleta (UV) do sol — por isso é mais comum em quem trabalha ao ar livre ou vive em regiões de muita luminosidade. No Sul do Brasil, é uma condição extremamente prevalente.

Principais fatores de risco:
  • Exposição prolongada ao sol — principal fator, especialmente sem proteção
  • Trabalho ao ar livre (agricultores, pescadores, construção, esportes)
  • Exposição a vento, poeira e areia
  • Ressecamento ocular crônico
  • Histórico familiar — há predisposição genética
  • Idade — mais comum entre 30 e 60 anos
  • Soldadores e profissionais expostos a luz intensa
Como é feito o diagnóstico

Diagnóstico do pterígio

O diagnóstico é simples e clínico, feito na consulta oftalmológica. Os exames complementares avaliam o impacto sobre a visão e ajudam a planejar o tratamento mais adequado.

1
Anamnese

Análise dos sintomas, exposição ao sol, profissão, histórico familiar e tempo de evolução do pterígio.

2
Lâmpada de fenda

Visualização direta do pterígio, com avaliação de tamanho, vascularização e atividade inflamatória.

3
Refração

Avaliação do impacto sobre a visão — pterígios maiores costumam gerar astigmatismo irregular.

4
Topografia de córnea

Avalia o impacto do pterígio sobre a curvatura da córnea — útil em casos com prejuízo visual significativo.

Como tratar o pterígio

Tratamentos disponíveis

A escolha depende do tamanho, da atividade inflamatória e do impacto na visão. Pterígios pequenos podem ser tratados com medidas conservadoras; quando crescem ou se inflamam, a cirurgia é a melhor opção.

Cirurgia com transplante de conjuntiva

Técnica padrão-ouro. Após remoção do pterígio, é feito um enxerto de conjuntiva do próprio paciente. Excelente resultado estético e baixa recidiva.

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Técnica sem pontos

O enxerto é fixado com cola biológica (selante de fibrina), eliminando a necessidade de pontos. Resultado mais confortável e recuperação mais rápida.

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Membrana amniótica

Em casos selecionados, especialmente recidivas ou pterígios grandes, o transplante de membrana amniótica é alternativa eficaz com excelente cicatrização.

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Lubrificantes

Lágrimas artificiais ajudam a aliviar irritação, ardência e sensação de areia em pterígios pequenos ou em pacientes que aguardam cirurgia.

Avaliação em consulta
Anti-inflamatórios

Em períodos de inflamação ativa, colírios anti-inflamatórios (sob prescrição) reduzem a vermelhidão e o desconforto agudo.

Avaliação em consulta
Acompanhamento

Pterígios pequenos e estáveis, sem impacto visual ou desconforto significativo, podem ser apenas acompanhados periodicamente.

Avaliação em consulta
Momento certo

Quando operar o pterígio?

Nem todo pterígio precisa de cirurgia imediata. Pterígios pequenos, estáveis e sem sintomas podem ser apenas acompanhados. A indicação cirúrgica é considerada quando o pterígio começa a comprometer a qualidade de vida ou a visão.

Sinais que indicam cirurgia:
  • Crescimento progressivo em direção à pupila
  • Distorção visual ou astigmatismo crescente
  • Vermelhidão e inflamação frequentes
  • Desconforto persistente que não melhora com colírios
  • Limitação dos movimentos oculares (em pterígios grandes)
  • Impacto estético importante para o paciente
Avaliação em consultório de pterígio com Dr. Bruno Schneider em Porto Alegre
Cuide da sua saúde ocular

Como prevenir o pterígio

A prevenção do pterígio é simples e baseada principalmente na proteção dos olhos contra raios UV. Quem já tem pterígio também deve adotar essas medidas para evitar o crescimento e a recidiva pós-cirurgia.

Use óculos de sol com proteção UV A medida mais importante. Use óculos com proteção UVA/UVB sempre ao se expor ao sol, mesmo em dias nublados.
Use chapéu ou boné Complementa a proteção dos óculos, principalmente em atividades ao ar livre prolongadas.
Proteja-se de vento e poeira Use óculos protetores em ambientes com poeira, vento intenso ou em atividades de risco (motociclismo, esportes ao ar livre).
Mantenha os olhos lubrificados Lágrimas artificiais reduzem o ressecamento que favorece o crescimento do pterígio.
EPI no trabalho Soldadores, agricultores, pescadores e profissionais expostos devem usar proteção ocular adequada durante toda a jornada.
Acompanhamento periódico Quem já tem pterígio deve fazer avaliação regular para identificar progressão e indicar cirurgia no momento certo.
Dr. Bruno Schneider, oftalmologista para pterígio em Porto Alegre
Especialista em córnea no RS

Por que operar com o Dr. Bruno

Especialista em córnea Subespecialização HCPA em superfície ocular.
Técnica sem pontos Cirurgia com cola biológica, mais confortável.
Baixa taxa de recidiva Transplante de conjuntiva como técnica padrão.
Resultado estético Olho com aparência natural após a cirurgia.
Casos complexos Inclusive pterígios recidivantes e grandes.
Avaliações 5,0 Pacientes satisfeitos no Google e Doctoralia.
Perguntas frequentes

Dúvidas comuns sobre pterígio

Não. O pterígio é um tecido benigno — não é tumor nem câncer. É um crescimento anormal da conjuntiva (membrana que recobre o olho), causado principalmente por exposição ao sol. Apesar de não ser maligno, pode crescer e prejudicar a visão, sendo necessário tratamento adequado quando isso acontece.

A cirurgia é feita com anestesia local (colírios e injeção próxima ao olho), sem dor durante o procedimento. No pós-operatório, é normal sentir desconforto leve a moderado nos primeiros dias — sensação de areia, lacrimejamento e olho avermelhado. Com a técnica sem pontos, o desconforto é significativamente menor que na técnica antiga.

Pode, mas com a técnica moderna (transplante de conjuntiva ou membrana amniótica), a taxa de recidiva é significativamente menor que na técnica antiga (que apenas removia o pterígio sem enxerto). Para reduzir a chance de recidiva, é fundamental a proteção contra raios UV após a cirurgia — uso constante de óculos de sol, evitar exposição direta ao sol e usar lubrificantes conforme orientação.

A cirurgia dura, em média, 30 a 45 minutos. É um procedimento ambulatorial, sem internação — o paciente vai para casa no mesmo dia. O retorno às atividades cotidianas é rápido, geralmente em poucos dias. Atividades físicas mais intensas e exposição direta ao sol são liberadas após algumas semanas, conforme a recuperação.

Nos primeiros dias, é normal o olho ficar avermelhado e com aspecto inflamado. A vermelhidão diminui progressivamente nas primeiras 2 a 4 semanas. O resultado estético final, com aparência natural, costuma ser observado entre 2 e 3 meses após a cirurgia. Cada paciente tem sua velocidade de cicatrização — o acompanhamento permite avaliar a evolução individual.

Sim. A cirurgia de pterígio é prevista em norma e coberta pelos principais convênios. A cola biológica e a membrana amniótica, em alguns casos, podem ter cobertura específica conforme o convênio. Nossa equipe esclarece todas as condições antes da cirurgia.

Resolva o pterígio com técnica moderna

Agende uma avaliação com o Dr. Bruno Schneider para diagnóstico e cirurgia do pterígio com técnica sem pontos. Atendimento em Porto Alegre e Santo Antônio da Patrulha.

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